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Médica alerta que o procedimento deve ser realizado por profissionais qualificados e, de preferência, com registro na Sociedade Brasileira de Dermatologia

Seja para o embelezamento, correção de cicatrizes ou ajustar assimetrias faciais, o preenchimento facial é uma técnica que vem caindo no gosto da população, preocupada com beleza e bem estar. Antigos mitos vão sendo superados. Tirar a expressão natural do rosto ou deixar a pele esticada eram alguns receios dos pacientes. Entretanto, segundo a dermatologista da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção RS (SBD-RS), Ana Paula Dornelles Manzoni, o procedimento, tecnicamente bem executado, não muda o rosto do paciente, apenas tem a função de repor o volume de regiões faciais que naturalmente o colágeno vai sendo absorvido ou corrigir imperfeições.

– O preenchimento facial, feito por um médico dermatologista com formação de excelência, garante o aumento da segurança de sua execução, devido ao conhecimento minucioso da fisiologia e anatomia da pele, da rede de nervos, artérias e veias. A escolha adequada do produto a ser utilizado, assim como, a sua colocação nos locais corretos, tende a levar a um resultado natural e muito gratificante para os pacientes. Contudo, qualquer procedimento possui seus riscos inerentes, mas o grau de capacitação do médico dermatologista é o que faz reduzi-los a níveis muito baixos – ressalta.

A médica alerta que os preenchedores podem ser transitórios ou permanentes. Os transitórios duram de meses até anos, e tentem a ser mais seguros que os classificados como permanentes. Além disso, o envelhecimento facial é dinâmico e, a presença de materiais permanentes podem não acompanhar este movimento do rosto e posicionar-se de forma inestética. Sobre os possíveis riscos do procedimento, a médica sugere que o paciente sempre pense em quem ele procuraria para tratar uma possível complicação de um preenchimento estético, pois é a pessoa que provavelmente estará mais capacitada para realizá-la com segurança e harmonia.

Por último, a dermatologista alerta que é importante verificar se o profissional é especialista com validação da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

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